quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

E é por isso que eu procuro não puxar conversa com você. Nossas conversas são tão frias, tão... Sei lá. Mas não são legais. Eu sinto que estou forçando você a falar comigo. As vezes parece que você não gosta de mim. Mas isso é paranóia minha. Assim espero.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Eu acho que no final das contas, eu sou realmente o culpado. E não consigo esquecer isso.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

As vezes eu me pergunto se você realmente me perdoou. Eu tenho muita vontade de ir puxar assunto com você, mas tenho medo de não acabar bem. Sinto-me melhor quando comparado anteriormente. Mas, as vezes, ainda sinto meu coração pulsar arrítmico por você. E talvez você seja o motivo de eu estar fugindo. E nessa tentativa em vão de fugir, acabo fugindo da maneira errado. Somente Deus pode me ajudar. E assim permaneço: Confiante em Deus e crendo que Ele me ajudará a contornar toda essa situação. Não posso mais deixar o inimigo rir de mim. Sou de Jesus Cristo, para sempre.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Eu queria que você sentisse minha falta pelo menos um terço da falta que eu sinto de você. Mas nem isso você sente. Hoje, vejo que nunca mais voltaremos a ser como éramos. Isso entristece muito meu coração. Me deixa com vontade de deitar na cama e ficar lá. Sem vontade de levantar. Sem vontade de fazer qualquer coisa. Não te superei tanto como eu pensava. Como será quando tivermos que nos encarar novamente? Ou talvez tudo isso seja paranóia minha? Não sei, mas eu realmente espero que seja minha desenfreada paranóia, porque está doendo. E está doendo muito.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Meu coração dói.
Hoje é difícil assistir a um filme de romance sem lembrar de nós. Sem fazer com que eu tenha vontade de ter um amor. Mas tudo fica nublado, a luz foge e deixa-me em meio a tempestade. Tempestade de sentimentos, tempestade de futuros utópicos e sem nexo algum.